«Que pretende MST dizer?! Mais do mesmo!
Já tinha dito antes que o MP deve ficar submetido ao poder executivo. Não disse porquê, e com que fundamentação teórica o defende, a não ser uma ou outra razão avulsa, relacinada com os episódios em que acaba sempre por reclamar a demissão do PGR. As razões, prendem-se sempre com determinados acontecimentos com processos célebres, desdignadamente o da Casa Pia e certas vicissitudes que definitivamente não compreendeu. E como não compreendeu nem quis compreender ( aparentemente) lança as atoardas que lhe apetecem, denegrindo sempre a instituição, sem base sólida nas acusações que vai fazendo.
Agora, avança mais um nível e atira-se ao poder judicial in totum.Qualquer pessoa, pode perorar sobre o assunto, com uma condição para se respeitar a opinião: saber do que fala e explicar as razões porque se defende esta ou aquela posição.
MST não faz nada disso. Diz coisas. Aplica receitas radicais para problemas que aparentemente não entende. Se lhe perguntarem para que serve a autonomia do MP, quem a defendeu e sustentou teoricamente e ainda porquê,não será capaz de dizer com todo o rigor e precisão exigidas, aposto. E isso desautoriza-o a escrever sobre o assunto. Ou pelo menos, coloca-o ao nível de um Pedro Tadeu, nem mais.
Se lhe perguntarem a quem se devem "as coisas inadmissíveis que têm vindo a público acerca da prática das escutas telefónicas" é evidente a resposta: aos magistrados! Se lhe perguntarem se sabe como é que o sistema funciona em concreto e quem o delineou para funcionar como funciona e ainda qual a entidade que na prática possibilita que as coisas se mantenham desta forma, náo terá qualquer dúvida em responder: os magistrados!
Se isto, sendo assim como parece ser, não for má fé, será com toda a certeza ignorância crassa. E é o que me parece. Logo, que credibilidade e atenção merecem este tipo de escritos de MST? Nada. Mesmo nada. É, simplesmente,"Mais do mesmo".
E não é deste tipo de comentadores que deve surgir o aviso de que existe algo a mudar.Quem escreve que uma Associação Sindical não tem que dar opiniões sobre matéria de penal e processo penal e o diz por entender que isso afronta o princípio da separação de poderes, nem sequer sabe o que significa esse princípio. Uma tristeza.
Todos sabemos que é preciso mudar algo. Mas não é coincidente o diagnóstico. Aquele que é feito no artigo de opinião, sendo "mais do mesmo", é uma vergonha para o autor. Como outras, anteriormente».
«JOSÉ», IN COMENTÁRIO AO POST DO DIZPOSITIVO
1 comentário:
miguel sousa tavares bem pode enfiar as suas opiniões num saco!
na verdade fala muito mas diz muito pouco.
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