A VOZ AOS PARTIDOS EXCLUÍDOS DO "PACTO"
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Posição de Telmo Correia, do Partido CDS/PP
«"Estaremos perante um novo modelo de governação ou um rearranjo do sistema partidário? O primeiro-ministro estará a tornar-se o líder do centro e o líder do PSD um ajudante do primeiro-ministro? O PS estará a liderar outros processos tendo o PSD como ajudante?"
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Posição do Partido PCP
«(...) O acordo concluído é a resultante não só do entendimento mas da total identificação entre o PS e os partidos de direita para pôr em prática a política de Justiça sempre reivindicada pelos sectores mais conservadores da sociedade e pelo poder económico dominante.
Trata-se de pôr em marcha acelerada todo um plano que tem por objectivo último, à revelia da Constituição, liquidar a independência dos tribunais e controlar o poder judicial, assegurando assim a manutenção das situações escandalosas de impunidade dos poderosos.
(...) O PCP sublinha e recorda que os dois Partidos, juntos ou separados, foram responsáveis durante os últimos 30 anos pela situação que hoje se vive na Justiça, sendo legítimo considerar que um tal entendimento visa tão só continuar no essencial a mesma política».
Trata-se de pôr em marcha acelerada todo um plano que tem por objectivo último, à revelia da Constituição, liquidar a independência dos tribunais e controlar o poder judicial, assegurando assim a manutenção das situações escandalosas de impunidade dos poderosos.
(...) O PCP sublinha e recorda que os dois Partidos, juntos ou separados, foram responsáveis durante os últimos 30 anos pela situação que hoje se vive na Justiça, sendo legítimo considerar que um tal entendimento visa tão só continuar no essencial a mesma política».
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