Não é só neste blogue.
Quando se abre a porta da casa de alguém, os visitantes têm que respeitar as regras da casa. Mas há também aqueles que, sob a capa de um login nominado, mas na prática anónimo, enchem de lixo, de mediocridade, de intolerância, de arrogância e falsidade, a caixa de comentários.
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No Verbo Jurídico, apreciamos a dialéctica construtiva, mesmo que seja crítica.
Admitimos posições contrárias, opostas, mesmo discordantes.
Mas jamais ofensivas, torpes, medíocres, intolerantes, desrespeitadoras, ofensivas e de mal-dizer.
E essas têm vindo em crescendo. O que nos entristece e obriga a retirá-las o mais breve possível, mas há sempre um hiato temporal que permite que esses comentários que mais não são do que terrorismo intolerante, sejam visualizados por alguns leitores.
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Continuamos resistentes e não pretendemos retirar a opção de inserção de comentários, pois valoramos o debate e o diálogo. Acreditamos que quem acede a blogues tem (ou devia ter) o mínimo de cultura suficiente para manter uma elevação que é o motor de um sociedade onde podem subsistir opiniões diferentes, mas sempre respeitadoras.
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Não é com expressões como "vão mas é trabalhar, cambada de malandros" (num dia de feriado..., repetidas até à exaustão em comentários a diversos posts) e muitas outras que pretendem a condenação sumária em praça pública de pessoas cuja honra e bom nome devem ser preservados, ou cujo objecto não tem qualquer relação com a matéria do post, que este país pode avançar culturalmente. Não é com ofensas permanentes a grupos profissionais, só pelo facto de o serem, sem o mínimo de tentativa de compreensão das razões subjacentes, que algum benefício de cidadania pode ser obtido. A vergonha é um património que não é de todos, de facto, sobretudo quem não cumpre as regras estabelecidas quando entra na casa dos outros.
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Reitera-se: o blogue presta-se à qualidade das intervenções e à dialéctica construtiva, mesmo que crítica. Por isso, tal como o blogue Afixe, "se porventura o seu comentário for apagado, não estranhe. Por certo, continha algum dito ou observação de carácter medíocre ou intolerante. E mediocridades ou intolerâncias, como toda a gente já vai sabendo, não são permitidas. É censura? Se estiver a pensar em censura como acto de condenação, crítica, reprovação, repreensão ou admoestação pelo baixo nível da observação em questão, então, sim: é censura!".
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É que a liberdade de expressão não é nem pode ser libertinagem.
Respeito, consideração, elevação cultural, tolerância, procura de compreensão, precisa-se.
O Administrador do Verbo Jurídico conta com os cidadãos deste país que sabem viver em liberdade mas regulada pelas regras de bom senso e de respeito pelos outros. Esses, podem comentar sempre, ainda que de forma crítica e contrária a qualquer outra posição que aqui seja exposta.
2 comentários:
Vocês começam a perceber o problema que se coloca sempre que alguém, segundo o nosso critério, abusa do direito que se lhe concede de expressão livre.
É nesse critério que reside o problema.
Se reduzíssemos a questão aos comentários meramente insultuosos, mesmo aí teríamos que admitir que há quem venha para as caixas dar largas a frustrações e expandem linguagem ofensivas,mas que no fim de contas só ofendem os próprios que as produzem.
Assim, permanece o problema: censurar ou não censurar? Não é fácil dilucidar e por mim, prefiro não o fazer senão em casos extremos de evidente ofensa à honra e consideração de alguém. Mas isso é muito raro.
No meu caso particular, lembro-me de ainda no tempo do blog COrdoeiros, que precedeu o incursões, num comentário ter lido a opinião mais miserável sobre mim. Um insulto gratuito e que me ofendeu a valer e que tive de engolir em seco e ponderar se haveria de escrever mais em blogs.
Descobri que esse comentário estava assinado por um tal cadsf. Agora, sei quem é o indivíduo e tornou-se useiro e vezeiro na mesma linguagem.
Mesmo assim, nunca apaguei qualquer comentário do indivíduo.
Mas compreendo que o façam.
No blog Câmara Corporativa, o teor dos comentários, uma verdadeira escarradeira virtual, levaram-me ao afastamento definitivo de tal lugar.
É o local, actualmente,onde os comentários assumem o nível dos comentadores. Baixo.
Cada um tem os comentadores que merece, apetecia-me dizer. Mas não digo. Fico apenas a pensar no assunto.
Ainda bem que leio que acabei de ler.
Mas pergunto: não é o senhor José António o mesmo que anda por aí a escrever coisas que podem muito bem integrar o que diz o autor do postal?
Se não é - e pelo que escreveu não me parece de todo, peço já desculpa pela interpelação.
Mas a verdade é que no blog Blasfémias e no Câmara Corporativa, um mesmo comentador "josé antónio" escreve coisas ignominiosas a propósito da GLQL e a meu respeito em particular, sem me conhecer de lado algum.
Veja então como se pode complicar a questão colocada
E aceite as minhas desculpas se nada tiver a ver com o dito.
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